O ex-ministro da Defesa e ex-presidente da Câmara dos Deputados Aldo Rebelo (DC) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por se tornar ‘refém’ de interesses internacionais que impedem o Brasil de explorar suas riquezas naturais. Rebelo afirmou que Lula buscou apoio internacional para enfrentar Jair Bolsonaro em 2022, recebendo suporte de embaixadas de países como Dinamarca, Noruega e Suécia, que financiam ONGs ambientais. Segundo o ex-ministro, esse apoio internacional está travando o desenvolvimento econômico brasileiro de Norte a Sul.
Em outubro de 2025, o Ibama autorizou a Petrobras a realizar estudos na Margem Equatorial, com potencial para extração de até 10 bilhões de barris de petróleo. No entanto, essa autorização foi concedida após anos de negativas e oposição de entidades ambientais e da ministra Marina Silva. Rebelo, que foi ministro de Lula e Dilma, avalia que o presidente se tornou dependente do apoio internacional após a prisão na Lava Jato e a saída do PT do poder.
Pré-candidato à Presidência, Aldo Rebelo defendeu uma mudança na agenda e nas regras de licenciamento ambiental para impulsionar o crescimento econômico do Brasil. Ele destacou que países como Noruega, Canadá e Austrália prosperaram com a exploração de seus recursos naturais e que o Brasil precisa seguir esse caminho. O ex-ministro ressaltou a importância de remover os obstáculos que impedem o investimento no país, atraindo investidores internacionais.
Rebelo enfatizou a necessidade de enfrentar o bloqueio gerado pelo atual sistema de licenciamento ambiental no Brasil. Ele alertou que a burocracia exagerada afasta os investimentos, impedindo o crescimento econômico. O ex-ministro destacou a importância de fortalecer as Forças Armadas para garantir a segurança nacional, protegendo o comércio exterior e as fronteiras.
Aldo Rebelo também apontou a importância de discutir o desequilíbrio entre os Poderes e a prioridade da segurança pública na eleição de 2026. Ele criticou o protagonismo do Supremo Tribunal Federal e enfatizou a necessidade de oferecer às gerações futuras uma perspectiva de desenvolvimento sustentável. A análise do ex-ministro destaca a urgência de promover mudanças estruturais no Brasil para garantir um crescimento econômico consistente.




