DE Ecológico Cotia-Pará em SP fechado desde 2025 vai passar por uma revitalização completa, que inclui a reforma das entradas, instalação de novos portões, revitalização dos alambrados, recuperação do pórtico principal, melhorias paisagísticas e colocação de um totem informativo. Com previsão de entrega para fevereiro de 2026, as obras estão sendo realizadas pela empresa Braskem.
A revitalização do Parque Ecológico Cotia-Pará foi autorizada após a aprovação do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), que analisa os efeitos dos empreendimentos na qualidade de vida da população e define contrapartidas necessárias. A participação de empresas locais nas obras deve movimentar a economia e a cadeia de fornecedores da região, conforme informado pela Braskem.
O prefeito César Nascimento (PSD) destacou que a revitalização demonstra o compromisso da gestão em proporcionar melhorias para a cidade por meio de contrapartidas. Segundo ele, o diálogo, responsabilidade e compromisso com a cidade são fundamentais para avançar e garantir mais áreas de lazer, qualidade de vida e respeito ao meio ambiente para a população.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Segurança Climática e Bem-Estar Animal, Cleiton Jordão Santos, ressaltou a importância do EIV como uma ferramenta essencial para assegurar que empreendimentos cumpram com as responsabilidades legais e contribuam efetivamente com o desenvolvimento da cidade.
O Parque Ecológico Cotia-Pará, inaugurado em 1992, está situado nos limites da Mata Atlântica, na altura do km 56 da Via Anchieta, sentido Baixada Santista. Administrado pela Secretaria de Meio Ambiente de Cubatão, o parque já passou por diversas revitalizações ao longo dos anos e atualmente encontra-se fechado desde o primeiro semestre de 2025.
Com 1,4 mil metros quadrados, sendo metade deles construídos, o Parque Ecológico Cotia-Pará já abrigou diversas espécies de animais, porém, atualmente, apenas patos podem ser vistos próximos à lagoa. Os demais exemplares silvestres foram transferidos para outras localidades do estado para estudos. Além disso, o parque contava com laboratórios, ambulatórios, centro de triagem e um biotério destinado à criação de roedores para alimentação viva.




