O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revelou que a estratégia do grupo é evitar confrontos com outros candidatos de oposição no primeiro turno. O objetivo é formar uma aliança contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Marinho destacou que a direita possui uma ‘pluralidade de nomes’, enquanto a esquerda tem apenas a candidatura de Lula, o que, segundo ele, mostra um ‘centralismo democrático’ no lado adversário. Ele enfatizou a importância de ‘libertar o Brasil’ e de olhar para a eleição de 2022 como um aprendizado para potencializar acertos e evitar erros.
Recentemente, a possibilidade de uma terceira via ganhou força com a filiação de Ronaldo Caiado ao PSD, juntando-se a outros nomes como Ratinho Jr., Eduardo Leite, Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos. Marinho afirmou que Flávio Bolsonaro consolidou sua candidatura junto à população e que a equipe agora se concentrará em divulgar propostas em diferentes áreas para atrair eleitores. Ele ressaltou a importância de explorar o perfil político de Flávio, mais leve do que o de seu pai, Jair Bolsonaro.
Marinho destacou três pilares da campanha de Flávio Bolsonaro: responsabilidade fiscal, combate à corrupção e segurança pública. Ele criticou a gestão do PT em relação à dívida pública, destacando o alto juro real do país. Além disso, falou sobre a corrupção endêmica e o aparelhamento da máquina pública. O coordenador também ressaltou que é preciso associar casos de corrupção passados, como mensalão e petrolão, ao atual governo. Em relação à segurança pública, Marinho apontou a postura de Lula em relação ao crime, afirmando que o ex-presidente demonstra cumplicidade ao justificar a ação de criminosos.
Em resumo, a estratégia da direita, coordenada por Rogério Marinho, visa evitar antagonismos no primeiro turno, buscando uma aliança para enfrentar Lula no segundo. Flávio Bolsonaro buscará potencializar acertos e evitar repetir erros, com foco em temas como responsabilidade fiscal, combate à corrupção e segurança pública.




