Estudo aponta que hábito noturno pode aumentar risco de infarto

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Pessoas que se consideram ‘definitivamente matinais’ tendem a ser mais ativas logo cedo e a dormir mais cedo, por volta das 21h, representando cerca de um quarto dos participantes. Por outro lado, 67% dos entrevistados se enquadram no cronotipo intermediário, sem saber ao certo se são diurnos ou noturnos. Um estudo recente avaliou a saúde cardiovascular dos participantes, levando em consideração diversos fatores, e constatou que os cronotipos noturnos apresentavam um risco 79% maior de ter uma saúde cardiovascular deficiente. Além disso, tinham 16% mais chances de sofrer um infarto ou AVC em comparação com os intermediários ao longo de 14 anos de acompanhamento.

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