Líder de facção preso em ‘fortaleza do crime’ na fronteira com o Paraguai: arsenal apreendido.

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‘Fortaleza do crime’: Chefe de facção é preso em casa blindada em meio a arsenal na fronteira com o Paraguai

Hélio Ricardo Cardoso Filho, conhecido como GG, estava foragido da justiça de Santa Catarina, onde chefiava uma organização criminosa. Fuzis, pistolas e centenas de munições foram encontrados na casa onde o criminoso morava, em Ponta Porã.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina (FICCO/SC), prendeu no último sábado (31), em Ponta Porã (MS), fronteira com o Paraguai, um homem de 32 anos suspeito de comandar a facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Conforme apurado pelo DE, o criminoso é Hélio Ricardo Cardoso Filho, conhecido como GG.

No momento da prisão, ele estava em casa e o imóvel possuía forte esquema de segurança, com portas blindadas, se assemelhando a uma ‘fortaleza’.

Hélio estava foragido da justiça catarinense e tinha dois mandados de prisão em aberto. O chefe da facção é acusado por dois homicídios qualificados e duas tentativas de homicídio, além de porte ilegal de arma de fogo.

Na casa onde ele morava foram encontrados dois fuzis, duas pistolas e centenas de munições. O criminoso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã e será encaminhado ao sistema prisional do Estado.

A casa onde o chefe de facção foi preso chama atenção pelo forte esquema de segurança, contando com portas blindadas, tornando-a praticamente uma fortaleza em meio à fronteira do Paraguai.

Todo o arsenal encontrado na residência do criminoso evidencia a periculosidade do indivíduo e a extensão das atividades criminosas supostamente ligadas à facção Primeiro Grupo Catarinense. A ação das autoridades resultou na prisão do líder e na apreensão de armas de fogo e munições, contribuindo para a segurança da região.

A prisão de Hélio Ricardo Cardoso Filho representa um golpe significativo no combate ao crime organizado em Santa Catarina, demonstrando a eficácia da atuação coordenada das forças de segurança. A presença de chefes de facções criminosas nas fronteiras coloca em risco a integridade e a ordem pública, sendo fundamental a continuidade das operações para desarticular tais grupos e promover a justiça.

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