Cão Orelha: veja linha do tempo com os acontecimentos e o que se sabe até agora da investigação
Cachorro comunitário agonizando e não resistiu aos ferimentos. Investigação aponta que ele foi vítima de agressão, e a polícia apura o envolvimento de adolescentes.
Orelha, cão de rua comunitário, é torturado por adolescentes e não resiste aos ferimentos [https://s04.video.glbimg.com/x240/14287227.jpg]
Orelha, cão de rua comunitário, é torturado por adolescentes e não resiste aos ferimentos
A data da morte do cão Orelha completa um mês nesta semana, na quarta-feira (4), e o caso que chamou a atenção do país para os casos de maus-tratos a animais, segue sendo investigado com o principal objetivo de descobrir quem e como o cachorro comunitário foi morto na Praia Brava, região nobre de Florianópolis [https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/cidade/florianopolis/]. A Polícia reiterou que não tem imagens que morrem agressões sofridas pelo cão.
Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos. A investigação aponta que ele foi vítima de agressão, e a polícia apura o envolvimento de adolescentes. Adultos, parentes dos jovens, foram indiciados por coação [https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/01/27/cao-orelha-pais-tio-adolescentes-suspeitos-coacao.ghtml].
➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos.
Confira a linha do tempo com os principais fatos relacionados ao caso:
– 4 de janeiro: dia em que o cão Orelha é achado agonizando sob um carro na Praia Brava. Ele é levado a uma clínica veterinária e morre no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.
– 6 de janeiro: entre 0h e 1h ocorre a tentativa de afogamento do cão Caramelo com imagens mostrando o animal e pelo menos três adolescentes na Praia Brava. Posteriormente, a investigação descartou que fossem os mesmos investigados no caso do Orelha.
– 11 de janeiro: porteiro da região é alvo de ofensas (a Polícia Civil não detalhou se partiu de adolescentes ou dos familiares dos investigados).
– 11 de janeiro: invasão a um quiosque e furto de bebidas na Praia Brava. A ação é investigada para descobrir se há alguma relação entre suspeitos.
– 14 de janeiro: explosão de uma bomba em uma residência. A ação é investigada para descobrir se há alguma relação entre suspeitos.
– 16 de janeiro: Polícia Civil toma conhecimento do caso após denúncias de moradores.
– 17 de janeiro: moradores fazem protesto cobrando investigação.
– 19 de janeiro: após concluir o relatório investigativo inicial, a Polícia Civil divulga pela primeira vez que investigava quatro adolescentes pelas agressões que levaram à morte do cão. A corporação justificou ter chegado aos suspeitos pela análise de câmeras de segurança e depoimentos de moradores.




