BH tem ‘o molho’: pré-carnaval reúne foliões em trio com Kannalha, ensaios de blocos e homenagem ao Congado
O Diário do Estado abriu oficialmente o Carnaval de Belo Horizonte com apresentações de blocos tradicionais no sábado e mistura de Minas com Bahia no domingo.
O pré-carnaval tomou conta de Belo Horizonte no fim de semana. Mesmo em meio ao tempo chuvoso, foliões saíram às ruas para curtir a festa. No sábado (31), quando começou o período oficial da folia na capital mineira, o dia foi marcado por apresentações e ensaios de blocos tradicionais, como Então, Brilha!, Baianas Ozadas e Beiço do Wando. No domingo (1º), uma multidão se reuniu para acompanhar a mistura de Minas com Bahia.
Confira, abaixo, os destaques do pré-carnaval de BH:
ABERTURA DO CARNAVAL
No sábado, os blocos Então, Brilha!, Baianas Ozadas, Funk You e Beiço do Wando se reuniram para celebrar a folia na Praça José Mendes Júnior, na Savassi. O evento marcou a abertura do Carnaval de Belo Horizonte.
TRIO SARARÁ, DUQUESA E KANNALHA
No domingo, o Festival Sarará abriu a programação com DJs do Baile Room, que animaram o público logo cedo. A proposta do evento foi unir artistas da Bahia à energia dos foliões de Minas Gerais na Avenida dos Andradas, no Centro. A rapper Mac Júlia, conhecida na Grande BH, também marcou presença e dividiu o trio com a baiana Duquesa, um dos nomes de destaque da nova geração do rap nacional. No início da tarde, foi a vez do cantor Kannalha, um dos principais representantes do pagodão baiano. A apresentação reuniu fãs nas ruas e até nas varandas dos prédios, que viraram camarotes improvisados. O momento mais esperado foi a música “O Baiano Tem o Molho,” que viralizou depois de aparecer na comemoração do ator Wagner Moura pelo sucesso do filme “O Agente Secreto.” O público cantou junto e acompanhou o trio até o fim do percurso.
BABADAN E HOMENAGEM AO CONGADO
Outro destaque do pré-carnaval no domingo foi o Bloco Babadan, que desfilou na Avenida Américo Vespúcio, na Região Noroeste de Belo Horizonte. O cortejo celebrou o Congado Mineiro e homenageou o centenário do Mestre Moacir Santo, que morreu em 2006. O bloco também levantou a bandeira do combate ao racismo.




