Na madrugada de 3 de janeiro, a população venezuelana foi despertada por bombardeios em Caracas e cidades vizinhas. Alvos como o quartel Fuerte Tiuna e a Base Aérea La Carlota foram atacados simultaneamente. Horas após os ataques, Donald Trump confirmou a prisão de Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo e tráfico de drogas. Maduro, junto com sua esposa, Cilia Flores, foi levado para os EUA. Desde então, sob a pressão dos EUA, a Venezuela passou por mudanças significativas. A vice de Maduro, Delcy Rodríguez, assumiu interinamente a presidência. Trump insinuou controle sobre o país e sua indústria petrolífera, enquanto Caracas anunciou reformas na Lei de Hidrocarbonetos para permitir maior participação de empresas estrangeiras na exploração de petróleo. A Casa Branca também informou a reabertura da embaixada em Caracas e designou uma nova representante para a Venezuela, Laura Dogu. Rodríguez se encontrou com o diretor da CIA, John Ratcliffe, e posteriormente com Dogu. Outra mudança foi a libertação de centenas de presos políticos a partir de 8 de janeiro, embora o número exato varie entre o governo e organizações de direitos humanos. A presidente interina solicitou uma lei de anistia geral para os presos políticos restantes no país, que somam 678, segundo o Foro Penal.




