A Polícia Técnico-Científica confirmou que o corpo encontrado em uma mata na GO-153 é da corretora de imóveis Daiane Alves, de 43 anos. O cadáver, que estava em estado avançado de decomposição, foi encontrado no local indicado pelo síndico Cleber Rosa, suspeito do crime, na última quarta-feira, 28.
Anteriormente, a polícia havia informado que a identificação do corpo seria feita por meio do DNA extraído de um dente, devido ao estado avançado de decomposição do corpo. Além disso, o advogado da família, Plínio César, informou que foi encontrado uma bala alojada na cabeça. A informação não foi confirmada pela Polícia Civil, que segue investigando o caso.
Cleber e o filho, Maicon Douglas Souza de Oliveira, estão presos desde a última quarta-feira, 28. O síndico é suspeito de matar a corretora, enquanto Maicon é investigado por atrapalhar a investigação e destruir provas.
Relembre o caso
Daiane Alves ficou desaparecida por 42 dias em Caldas Novas, no sul goiano. Natural de Uberlândia, em Minas Gerais, a mulher havia mudado para o município para administrar imóveis que a família possuía no mesmo prédio em que ela morava.
A corretora foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025, quando desceu até o subsolo do edifício para restabelecer a energia do apartamento onde morava. Desde então, a mulher deixou de ser vista por outros moradores e responder mensagens de familiares.
Uma força tarefa foi montada pela Polícia Civil, que descobriu conflitos entre a corretora e o síndico do prédio, Cleber. Segundo a investigação, o homem respondia por 12 processos relacionadas com à mulher, entre eles sabotagem do fornecimento de água e gás nos apartamentos onde ela morava.




