Ivete Sangalo, Calvin Harris, Léo Santana, Alceu Valença, Baiana System e Pabllo Vittar são algumas das atrações do carnaval de rua de São Paulo em 2026. Os desfiles começam no sábado (7) e estarão distribuídos em onze circuitos criados pela prefeitura para o carnaval de rua paulistano de 2026. Confira abaixo a programação completa dos megablocos de SP.
O carnaval deste ano contará com a presença de grandes artistas como Ivete Sangalo, Calvin Harris, Pabllo Vittar, Alceu Valença, Daniela Mercury, Lexa, Jammil, Baiana System, Michel Teló, Thiago Abravanel, Luísa Sonza, Lauana Prado, Gustavo Mioto, Mariana Aydar, Banda Eva, Emicida e Maria Rita, Inimigos da HP, Emicida, Maria Rita e o DJ escocês Calvin Harris.
No total, a cidade terá 637 desfiles de blocos se apresentando nos oito dias de folia da capital paulista em 2026. O calendário do carnaval de rua de SP em 2026 inclui o pré-carnaval nos dias 7 e 8 de fevereiro, o carnaval nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro, e o pós-carnaval nos dias 21 e 22 de fevereiro.
De acordo com os dados da prefeitura, são esperados cerca de 16,5 milhões de foliões nos blocos e no sambódromo da cidade de São Paulo durante o carnaval de 2026. A estimativa considera os dias de pré-carnaval, carnaval e pós-carnaval.
A infraestrutura montada pela prefeitura contará com 30 mil banheiros químicos espalhados pela cidade, 158 pontos de hidratação e 80 postos médicos para dar suporte aos foliões. Além disso, a gestão municipal disponibilizará 960 profissionais da área de saúde e 75 ambulâncias para atender às necessidades dos foliões.
Com relação à segurança pública, serão disponibilizados 58 mil agentes entre GCMs, PMs e seguranças privados da SPTuris para atuar nos circuitos de festa nos oito dias de folia. A operação contará com 482 câmeras do programa Smart Sampa e 23 drones para reforçar a segurança durante os desfiles.
Os organizadores dos blocos de rua têm enfrentado dificuldades financeiras para colocar os desfiles na rua. Eles criticam o valor considerado insuficiente de fomento oferecido pela prefeitura, além da forte concorrência com os megablocos, que contam com grandes artistas. A criação de uma política pública permanente para o carnaval de rua e a participação direta dos blocos nas decisões são defendidas pelos organizadores.




