Homens são presos por tráfico após polícia encontrar estufas de maconha em casa

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Advogado e outro homem são presos após polícia encontrar estufas de maconha
dentro de casa

Prisões em flagrante por tráfico aconteceram no bairro de Candeias, em Jaboatão
dos Guararapes. Dezenas de pés da droga foram apreendidas, totalizando 46
quilos.

Delegado João Leonardo fala sobre laboratório de maconha encontrado em Jaboatão

Delegado João Leonardo fala sobre laboratório de maconha encontrado em Jaboatão

Dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas pela Polícia Civil, que encontrou na casa deles
duas estufas onde dezenas de pés de maconha eram cultivados (veja vídeo acima). As prisões aconteceram no bairro de Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande
Recife. Um dos presos é advogado e tem 35 anos; e o outro, de 33 anos, é monitorado por tornozeleira eletrônica.

As prisões dos dois homens, que não tiveram os nomes informados, aconteceram no
sábado (31) e foram divulgadas na terça-feira (3). A polícia recebeu informações
de que a dupla traficava a droga e cultivava maconha dentro da casa. Após a apreensão e pesagem pelo Instituto de Criminalística, foi totalizado 46 quilos
do entorpecente.

Os dois homens foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico,
com penas que podem chegar a 25 anos de prisão, e vão responder em liberdade. O
delegado João Leonardo, da Delegacia Seccional de Santo Amaro, é responsável
pelas investigações e afirmou que a droga cultivada na residência era vendida no
Recife.

“Eles estariam escoando essa droga para o Recife Antigo [Bairro do Recife]. E
algumas abordagens já haviam ocorrido, passamos a fazer um acompanhamento e
finalizou com essa prisão no sábado (31). No momento da abordagem, ao
adentrarmos na residência, nos deparamos com duas grandes estufas existentes
em dois quartos da residência”, disse o delegado.

Ainda segundo João Leonardo, os dois homens confessam parcialmente o crime:

O advogado preso afirmou que morava na casa, mas que não tinha acesso aos
quartos e não sabia que os cômodos funcionavam como estufas de maconha; o outro preso contou que cultivava a droga, mas não fazia comercialização,
pois toda a maconha da estufa era para consumo próprio e também era doada
para pesquisas científicas.

De acordo com o delegado, as investigações têm um prazo de 90 dias para serem
concluídas, período em que outras pessoas serão ouvidas pela polícia.

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