Os Guardas de BH estarão encarregados de fiscalizar as credenciais dos ambulantes durante o carnaval; a polícia está investigando possíveis falsificações. O documento é essencial para a comercialização de bebidas e acessórios carnavalescos nos desfiles dos blocos na capital mineira. Uma reportagem evidenciou que os crachás estão sendo vendidos nas redes sociais de forma ilegal.
As credenciais são comercializadas de maneira ilegal nas redes sociais, com preços que variam entre R$ 300 e R$ 799 por unidade. A administração e a fiscalização das credenciais para o carnaval de 2026 são temas abordados pela Prefeitura de Belo Horizonte, Polícia Civil e Guarda Municipal. A iniciativa visa coibir a irregularidade na venda desses documentos importantes.
Recentemente, uma reportagem da TV Diário do Estado evidenciou que os crachás gratuitos, pessoais e intransferíveis, destinados a quem se cadastrou na Belotur, estão sendo oferecidos nas redes sociais por valores acima da legislação. Essa prática é proibida e pode ser considerada falsidade ideológica, segundo as autoridades competentes.
Em uma ação conjunta, a Polícia Civil e a Guarda Municipal visitaram a residência de um casal anunciantes das credenciais, como parte de uma investigação sobre possíveis falsificações. Os ambulantes apresentaram documentos voluntariamente, não sendo constatada nenhuma irregularidade. O próximo passo será a verificação da autenticidade dos cadastros no município.
A Guarda Municipal está mobilizada para a fiscalização dos ambulantes durante o carnaval, com todo o efetivo disponível para garantir o cumprimento das regras estabelecidas pela prefeitura. A utilização correta das credenciais, a proibição de vendas indevidas e o cumprimento das normas estabelecidas são algumas das diretrizes que serão fiscalizadas de perto.
Caso haja alguma irregularidade, como o uso indevido da credencial por outra pessoa, medidas serão tomadas imediatamente, incluindo a suspensão do credenciamento do ambulante. Isso pode levar a consequências legais graves, como condução à delegacia por crime de falsidade ideológica. O Diário do Estado seguirá acompanhando o desdobramento desse caso.




