A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta-feira (4 de fevereiro de 2026) que exija formalmente da PF (Polícia Federal) a entrega do laudo médico elaborado por peritos da corporação. Os advogados alegam que a ausência desse documento impede qualquer progresso na análise do pedido de prisão domiciliar por motivos humanitários. O exame médico foi realizado em 20 de janeiro, por determinação do ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator do caso, que estabeleceu um prazo de 10 dias para a inclusão do laudo nos autos, passo considerado essencial antes de uma nova avaliação sobre a necessidade da medida solicitada pela defesa. O prazo expirou sem a inclusão do relatório. Em uma petição enviada ao STF, os advogados afirmam que o estado de saúde do ex-presidente se deteriorou desde a realização da perícia, destacando episódios recentes de vômitos e crises graves de soluços, sintomas que consideram incompatíveis com a demora no andamento do processo.




