DE, O Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) fez um apelo urgente pelo fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba. Em um comunicado divulgado em Nova York, o bloco diplomático alertou para os efeitos extraterritoriais das medidas recentes anunciadas pelos EUA, que visam intensificar ainda mais o bloqueio à ilha caribenha.
As novas ações dos Estados Unidos incluem iniciativas para dificultar o fornecimento de combustível a Cuba e impor sanções a Estados terceiros que mantenham relações comerciais legítimas com o país. Segundo o MNA, tais medidas não afetam apenas Cuba e sua população, mas também impactam outros países e prejudicam as relações econômicas internacionais, violando princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
Para o Movimento dos Países Não Alinhados, o bloqueio imposto pelos Estados Unidos é o principal obstáculo ao pleno desenvolvimento econômico e social de Cuba. O grupo diplomático pede não apenas o fim do bloqueio histórico, mas também a revogação das medidas adicionais adotadas desde 2017, incluindo a designação unilateral de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, classificada como arbitrária pelo MNA.
Solidário ao povo e ao governo cubanos, o Movimento dos Países Não Alinhados convoca a comunidade internacional a defender o multilateralismo e o respeito às normas do direito internacional. Em um apelo pela cooperação entre os Estados e pela manutenção de relações de amizade no cenário internacional, o MNA reforça a importância de se acabar com o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba e de eliminar medidas unilaterais prejudiciais.
Diante do cenário desafiador imposto pelos Estados Unidos, o Movimento dos Países Não Alinhados reitera sua preocupação com as consequências do bloqueio para Cuba e pede o fim imediato das medidas que afetam não apenas a ilha, mas também outras nações. Comunicado em 3 de fevereiro de 2026, em Nova York, o MNA destaca a importância de defender os princípios do direito internacional e de promover o respeito mútuo entre os Estados no contexto global.




