Investigação sobre Borge Brende e Jeffrey Epstein: transparência no Fórum Econômico Mundial

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O Fórum Econômico Mundial está em meio a uma investigação sobre o seu diretor-executivo, Borge Brende, devido aos seus contatos com Jeffrey Epstein, um estadunidense condenado por crimes sexuais. Essa investigação visa esclarecer os encontros e interações entre os dois indivíduos, destacando a importância da transparência institucional.

A iniciativa de abrir a investigação independente foi anunciada recentemente, em resposta às divulgações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre os contatos entre Brende e Epstein. O Conselho Diretor do fórum solicitou ao Comitê de Auditoria e Risco uma análise do caso, resultando na decisão de iniciar tal revisão para garantir a integridade e a credibilidade da organização.

Brende demonstrou total apoio à investigação e afirmou ter solicitado a apuração dos fatos. Como ex-ministro das Relações Exteriores da Noruega e diretor-executivo desde 2017, ele admitiu ter conhecido Epstein em 2018, durante um jantar em Nova York. Além disso, houve outros dois encontros similares em 2019, nos quais também estiveram presentes diplomatas e líderes empresariais.

O diretor-executivo afirmou que esses eventos, juntamente com algumas trocas de e-mails e mensagens de texto, representaram toda a extensão da relação entre ele e Epstein. No entanto, Brende declarou não ter investigado o passado criminal de Epstein na época dos encontros, reconhecendo que teria recusado os convites se tivesse conhecimento das acusações.

A importância da transparência e integridade institucional foi ressaltada pela organização sediada em Genebra, destacando a necessidade de esclarecer os fatos e manter a confiança pública. A investigação em andamento busca garantir que todas as informações relevantes sejam analisadas de forma imparcial e ética, seguindo os princípios de prestação de contas e responsabilidade.

Nesse sentido, o fórum reiterou o compromisso em conduzir a investigação de maneira independente e rigorosa, com a colaboração do Comitê de Auditoria e Risco. A transparência e a abertura em relação a essas questões são fundamentais para a preservação da reputação e da missão do Fórum Econômico Mundial, visando sempre a promoção do diálogo e cooperação global.

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