Ninguém é dono de ninguém, essa é a mensagem forte que Silvana Estrocate, tia e madrinha de Nathielly Kamilly Fernandes Faria, transmitiu diante da tragédia que assolou a família com a morte da jovem de 16 anos, assim como de sua prima, Emanuely Geovana Rodrigues Seabra, e da cliente da padaria, Ione Ferreira Costa. O adolescente de 17 anos apreendido como suspeito do crime tem a mãe em seu favor, negando veementemente sua participação nos assassinatos.
Hoje será um dia de luto e despedida para uma das vítimas da chacina em Ribeirão das Neves. Nathielly, jovem caixa da padaria, que sonhava com um futuro promissor, foi vítima dessa tragédia, ao lado de sua prima e da cliente que estava presente no local. A dor e a indignação são palpáveis na família e na comunidade em que viviam.
Silvana Estrocate, em meio à tragédia que se abateu sobre sua sobrinha, relembra com pesar o crescimento e os sonhos de Nathielly. A jovem, tão promissora, estava apenas tentando contribuir com a renda familiar, e teve a vida ceifada de forma brutal e covarde. A tia clama por justiça e pela apuração completa dos fatos.
A violência contra mulheres é um tema recorrente e preocupante na sociedade atual. A tia da vítima não se conforma com a ideia de que homens possam se achar donos das vidas femininas, impondo suas vontades através da brutalidade e da violência impensada. O apelo por justiça não se restringe apenas ao caso de sua sobrinha, mas engloba todas as mulheres vítimas de atos tão covardes.
O assassinato brutal de Nathielly, Emanuely e Ione chocou a população de Ribeirão das Neves e gerou revolta e tristeza na comunidade. A crueldade dos atos do adolescente de 17 anos suspeito do crime não encontra justificativa, e a necessidade de que a justiça seja feita é um clamor que ecoa entre os familiares das vítimas e a sociedade como um todo.
O caso chocante da chacina na padaria Lagoa trouxe à tona discussões sobre a segurança e o respeito à vida, especialmente no que diz respeito à violência contra as mulheres. A comoção causada por tamanha tragédia necessita ser transformada em ação e conscientização, para que mais vidas não sejam perdidas de forma tão brutal e injusta.
A apreensão do adolescente suspeito do crime traz um alívio momentâneo à comunidade, mas a necessidade de que a justiça seja feita de forma adequada e efetiva é uma urgência. A tia e madrinha da vítima clama por justiça e por um desfecho que traga um mínimo de paz diante de uma dor tão profunda e trágica.




