A prisão domiciliar, solicitada pela defesa de Jair Bolsonaro, tornou-se mais distante. A Polícia Federal entregou ao Supremo um laudo na sexta-feira, afirmando que, embora precise de acompanhamento médico, Bolsonaro tem condições de permanecer na Papuda. Condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe, ele está na Sala de Estado Maior do Exército há três semanas. O laudo da PF indica que não há necessidade de cuidados hospitalares para Bolsonaro.
Bruno Fernandes, o ex-goleiro condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, pode voltar à prisão. Em 2019, ele passou para o regime semiaberto. No entanto, a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro revogou sua liberdade condicional por não ter sido encontrado nos endereços informados à Justiça. Enquanto isso, a Casa Branca apagou uma postagem racista de Donald Trump, que mostrava os Obama como macacos, após críticas globais. O vídeo, inicialmente descrito como um ‘meme de internet’, ficou online por 12 horas, causando indignação.
O perfil pessoal de Trump, utilizado para comunicações oficiais, foi o canal usado para a publicação. Os comentários racistas e a falta de responsabilidade na ação foram amplamente condenados. Essa atitude é mais um exemplo do uso equivocado das redes sociais por figuras públicas. O debate sobre a liberdade de expressão versus discurso de ódio ganha mais destaque em meio a episódios como esse. A pressão pública pode ser decisiva para responsabilizar autoridades por atos inaceitáveis. As consequências de posturas preconceituosas tendem a ser cada vez mais severas em um mundo atento à igualdade e respeito.




