Rodrigo Carvalheira: Empresário enfrenta terceiro processo por estupro de vulnerável em Pernambuco – Últimas atualizações e laudos.

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Rodrigo Carvalheira está enfrentando seu terceiro processo por estupro de vulnerável na Justiça pernambucana. A acusação é feita por uma mulher que alega ter sido vítima do empresário em duas ocasiões distintas, uma delas em Fernando de Noronha e a outra no Recife, entre os anos de 2018 e 2019. No entanto, a primeira audiência desse caso foi realizada recentemente no Fórum Joana Bezerra, com a presença da vítima no tribunal e a participação virtual do empresário e seus advogados de defesa.

Além desse processo, outras duas mulheres também denunciaram Rodrigo Carvalheira por estupro, alegando terem recebido comprimidos e acordado no dia seguinte com indícios de abuso sexual. Um desses casos segue na Vara da Infância, pois a vítima era menor de idade na época dos fatos. No ano passado, o empresário foi condenado a 12 anos de prisão em um dos processos, recorrendo da decisão em segunda instância e solicitando a retirada da tornozeleira eletrônica, mantendo-se em liberdade.

A audiência teve a duração de três horas, com a juíza ouvindo o depoimento da vítima e de duas testemunhas indicadas pelo Ministério Público. O advogado da mulher afirmou que ela fez um relato detalhado dos fatos, destacando sua determinação em buscar justiça não apenas para si, mas também para outras mulheres e a sociedade como um todo. Mesmo diante das dificuldades emocionais, a vítima optou por depor na presença do acusado.

O advogado de defesa de Rodrigo Carvalheira afirmou que a audiência foi positiva, apontando contradições e sinalizando que a Justiça será feita ao final do processo. Uma nova audiência será agendada para ouvir demais testemunhas e permitir o interrogatório do réu. Após essa etapa, o caso seguirá para diligências e alegações finais antes da sentença final ser proferida.

Rodrigo Carvalheira, de 35 anos, pertencente a uma família tradicional de Pernambuco, teve sua trajetória marcada por empreendimentos na gastronomia, produção de eventos e imóveis. No entanto, os recentes processos por estupro o colocaram em evidência negativa. Preso em abril de 2024 e posteriormente solto com o uso de tornozeleira eletrônica, o empresário enfrenta uma série de acusações que abalaram sua reputação e liberdade. As próximas etapas desse processo judicial prometem trazer à tona mais detalhes e desdobramentos sobre o caso, em busca da verdade e da justiça.

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