A morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 28 anos, após contato com a piscina de uma academia localizada no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo, está sendo investigada pela polícia. Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima faleceu logo após nadar na piscina do estabelecimento, onde ela e seu marido notaram um odor e sabor anormais na água.
No sábado (7), durante a prática de natação, Juliana e seu marido começaram a sentir mal-estar e, preocupados com a situação, comunicaram o professor responsável. Diante da gravidade dos sintomas, o casal decidiu procurar atendimento médico no Hospital Santa Helena, em Santo André. Infelizmente, o estado de saúde de Juliana se agravou rapidamente, culminando em uma parada cardíaca fatal.
Atualmente, o marido da vítima encontra-se internado em estado grave. A Secretaria da Segurança Pública foi informada sobre o caso, porém, até o momento da redação deste texto, não houve retorno sobre as investigações em andamento. A academia em questão está cooperando com as autoridades para esclarecer os fatos e garantir a segurança dos frequentadores.
A suspeita de que a contaminação da água da piscina da academia possa estar relacionada com a morte de Juliana levanta preocupações sobre a qualidade dos serviços prestados pelo estabelecimento. A população aguarda por respostas concretas e medidas efetivas para garantir a prevenção de incidentes semelhantes no futuro.
É fundamental que as autoridades competentes conduzam uma investigação minuciosa para identificar as causas da morte da professora e garantir a responsabilização dos envolvidos, caso seja comprovada negligência ou irregularidades. A tragédia envolvendo Juliana serve como alerta sobre a importância da fiscalização e manutenção adequada de locais públicos, como academias e piscinas, visando a segurança e bem-estar dos cidadãos. Espera-se que medidas preventivas sejam implementadas para evitar que casos como este se repitam no futuro.




