Chefe de gabinete do Reino Unido renuncia após ligação com caso Epstein: crise política se aprofunda

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O chefe de gabinete do Reino Unido renunciou após a indicação de Peter Mandelson, ligado ao caso Epstein. A crise se aprofundou com a divulgação de documentos relacionados ao caso. Morgan McSweeney assumiu a responsabilidade por aconselhar a nomeação de Mandelson para a embaixada dos Estados Unidos. A renúncia de McSweeney ocorreu em meio à pressão política gerada pela situação.

O ex-chefe de gabinete afirmou que a decisão de nomear Mandelson foi um erro político com consequências amplas. Ele reconheceu que a nomeação prejudicou o partido, o país e a confiança na política. A crise se intensificou após a divulgação de documentos que sugeriam que Mandelson teria enviado informações confidenciais de mercado a Jeffrey Epstein quando ocupava um cargo no governo britânico.

Essa situação expôs fragilidades na condução política do primeiro-ministro Keir Starmer. Parlamentares cobraram explicações e maior rigor na apuração dos fatos. A renúncia de McSweeney foi vista como uma tentativa de conter danos e mostrar responsabilidade política frente à pressão pública e do Parlamento. A permanência de Mandelson no cargo diplomático tornou-se um ponto sensível, e o governo enfrentará novos questionamentos sobre nomeações estratégicas.

O gabinete de Keir Starmer ainda não anunciou quem assumirá a chefia de gabinete e se haverá uma revisão formal da indicação de Mandelson. Este episódio já é considerado um dos momentos mais delicados do início do governo e continuará impactando o debate político no Reino Unido. É esperado que os desdobramentos das revelações envolvendo os arquivos de Epstein ainda gerem polêmicas e questionamentos nos próximos dias.

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