Bad Bunny faz história no Super Bowl com performance repleta de simbolismos e críticas sociais

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Bad Bunny fez história no último domingo (8/2) ao se apresentar no show do intervalo do Super Bowl. A performance marcante, cantada majoritariamente em espanhol, foi repleta de simbolismos e referências à cultura latina. O cantor porto-riquenho, considerado o artista mais ouvido do mundo em 2025, construiu um espetáculo que não só encantou o público, mas também trouxe à tona críticas ao governo Trump e ao ICE, Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos.

Em um momento do show, Bad Bunny entoou a frase “Deus abençoe a América” e em seguida citou cada país da América Latina, culminando com Porto Rico, sua terra natal. A sequência foi acompanhada por dançarinos segurando as bandeiras dos países, reforçando a união e diversidade cultural presentes na região. Além disso, ao fundo do palco, um painel exibia a mensagem “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”, que foi usada pelo artista ao receber o prêmio de Álbum do Ano no Grammy 2026.

Durante a apresentação, Bad Bunny não poupou críticas ao governo Trump e ao ICE. O cantor usou uma bola de futebol americano para transmitir a mensagem de união, gravada com a frase “Juntos, somos a América”, para em seguida arremessá-la no chão ao declarar “Seguimos aqui”. O momento foi marcado pelo comprometimento do artista com as causas sociais e pelos discursos em favor de melhores condições para imigrantes nos Estados Unidos.

O show do intervalo do Super Bowl também contou com participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin, além de reforçar o posicionamento adotado por Bad Bunny na cerimônia do Grammy. O cantor porto-riquenho tem defendido publicamente direitos e melhores condições de vida para imigrantes nos Estados Unidos, em meio a um cenário de tensão e atos de violência por parte das autoridades federais de imigração. As manifestações durante o evento esportivo reforçaram a mensagem de união e amor propagada pelo artista.

Bad Bunny tem se destacado não apenas pela sua música, mas também pelo seu posicionamento político e social. Em um contexto de politicas migratórias rígidas e episódios de violência, o cantor tem utilizado sua plataforma para dar voz às questões que considera importantes. As manifestações durante o Super Bowl e no Grammy refletem a postura engajada do artista em favor da inclusão, diversidade e justiça social, reforçando a mensagem de que, acima de tudo, somos seres humanos e merecemos respeito e dignidade.

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