Jovem que morreu em batida entre moto e caminhonete sofreu outro acidente exatamente um ano antes, diz PM
Rayssa Vitoria Borges da Cruz, de 22 anos, se envolveu em um acidente na Vila Pai Eterno, no dia 7 de fevereiro de 2025. Um ano depois, ela morreu em um novo acidente de moto.
Rayssa Vitoria Borges da Cruz, de 22 anos, morreu na última sexta-feira (6), em Goiás — Foto: Reprodução/Instagram de Rayssa Vitória
A jovem que morreu em um acidente entre moto e caminhonete em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, sofreu outro acidente há exatamente um ano, segundo a Polícia Militar. Rayssa Vitoria Borges da Cruz, de 22 anos, foi levada ao hospital, mas não resistiu ao último acidente.
O nome do motorista da caminhonete não foi divulgado, portanto, DE não conseguiu contatar a defesa para solicitar um posicionamento. Ele realizou o teste do bafômetro, que deu negativo, foi ouvido e liberado, segundo a Polícia Civil.
O acidente do ano passado aconteceu no dia 7 de fevereiro, na Vila Propício II. Segundo a ocorrência, uma moto pilotada por Rayssa e um carro estavam envolvidos. Na ocasião, a jovem foi encontrada consciente e orientada. Não há informações sobre o ocupante do carro.
“Queixando-se de dores na tíbia direita, local onde apresenta um inchaço e hematoma. Escoriações nos membros inferiores e superiores direito (pé, perna, braço e ombro)”, diz o relato.
Uma mulher grávida de seis meses que estava na garupa da moto também foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros se queixando de dores no pé, perna, braço, ombro e dorso, locais com escoriações e sem hematomas. As duas foram encaminhadas ao Hospital Estadual de Trindade (Hetrin).
O acidente que matou Rayssa aconteceu na última sexta-feira (6), no Setor São Sebastião. De acordo com o relato da ocorrência, a jovem estava deitada, inconsciente e sem sinais vitais quando o regate chegou.
Ryssa morreu em acidente com moto e caminhonete, em Goiás — Foto: Reprodução/Instagram de Rayssa Vitória e Divulgação/Polícia Militar
O Corpo de Bombeiros fez massagem cardíaca, ventilação com oxigênio e colocou o colar cervical para levá-la ao Hetrin. Apesar dos esforços, a morte foi constatada no hospital.
A dinâmica do acidente não foi esclarecida, mas segundo PM a caminhonete tinha marcas de batida no para-choque dianteiro. O teste do bafômetro do motorista DE negativo. Ele foi ouvido e liberado.
De acordo com a Polícia Civil, o caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Trindade.




