Em plena pré-campanha para a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já montou equipe jurídica e de redes sociais, além de ter um grupo de economistas trabalhando no programa de governo. No entanto, o senador ainda não conseguiu encontrar um marqueteiro para sua campanha. Segundo aliados próximos, Flávio não tem ideia de quem chamar para desenvolver seu material de TV e rádio.
Flávio Bolsonaro enfatiza que, no momento, a contratação do marqueteiro não é sua prioridade, pois está conduzindo pessoalmente as estratégias e acredita que o time está bem estruturado até o momento. A discussão sobre quem será o profissional responsável pela comunicação da campanha é constante no entorno do senador.
Diferentes marqueteiros já foram cogitados, mas Flávio não deseja repetir a parceria com Duda Lima, que trabalhou na campanha de seu pai em 2022. Enquanto isso, outros pré-candidatos de direita já fecharam contratos com profissionais que poderiam interessar a Flávio, mas ele enfrenta dilemas em suas escolhas.
O argentino Pablo Nobel e Jorge Gerez chamam a atenção de Flávio Bolsonaro, porém, a possível pré-candidatura de Ratinho Júnior e a relação cordial com este último dificultam a possibilidade de um acordo. Gerez, por sua vez, evita comentar sobre qualquer interesse do senador em sua equipe, mantendo-se discreto sobre o assunto.
Alguns marqueteiros disponíveis no mercado são associados à esquerda, o que tem gerado preocupação na campanha de Flávio Bolsonaro. Nomes como Lula Guimarães e Chico Mendez, que possuem histórico de trabalhos com políticos de esquerda, são considerados como opções problemáticas para a campanha do senador. Até mesmo João Santana, conhecido por trabalhar em campanhas de Lula e Dilma Rousseff, é descartado por Flávio devido ao seu envolvimento em casos de corrupção.
A busca por um marqueteiro que atenda às expectativas e demandas da campanha de Flávio Bolsonaro continua, enquanto o senador enfrenta desafios e dilemas na escolha do profissional ideal para sua equipe de comunicação.




