Direita em Mato Grosso do Sul tem fragmentação intensificada na disputa eleitoral ao Senado

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A disputa pelas duas vagas ao Senado em Mato Grosso do Sul tem aprofundado a fragmentação da direita no Estado e dificultado ainda mais a construção de uma estratégia unificada para as eleições deste ano, favorecendo as pré-candidaturas de partidos do centro e de partidos da esquerda. São seis pré-candidatos a senadores pela direita, escancarando o ‘racha’ interno. Isso mostra a falta de coordenação na montagem das chapas ao Senado, enfraquecendo a ala política. Há divergências e incertezas entre os candidatos do PL, PP e independentes. A incerteza da direita beneficia pré-candidatos de partidos do centro e da esquerda, como Nelsinho Trad, Soraya Thronicke, Vander Loubet e Beto do Movimento.

A fragmentação das pré-candidaturas ao Senado na direita é resultado desse ‘racha’, deixando evidente um problema interno. Esse excesso pode favorecer candidatos moderados de centro. A falta de articulação prejudica a direita e beneficia os oponentes. É um momento de balão de ensaio, com múltiplas indicações. A inconsistência revela a falta de direcionamento claro dos candidatos direitistas. Lula planeja vetar pagamentos extras para servidores do Congresso, em meio a rejeição da sociedade e pressão para conter gastos.

Ministro Flávio Dino suspendeu pagamentos extras não previstos em lei, permitindo revisão e reavaliação das verbas. Projeto do Congresso prevê benefícios polêmicos, como um dia de folga a cada três trabalhados. Gleisi Hoffmann afirma não ter participado de negociações sobre o assunto. Lula pondera veto aos ‘penduricalhos’, diante do impacto financeiro significativo. A direita enfrenta desafios e divisões internas, enquanto os adversários se preparam para as eleições estaduais.

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