Izabel Goulart, modelo e empresária de 41 anos, foi recentemente citada nos arquivos do caso do bilionário Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. No entanto, a brasileira negou veementemente qualquer tipo de associação com Epstein em uma nota assinada por seu advogado, Daniel Leon Bialski. A manifestação ocorreu após a repercussão do episódio nas redes sociais e na imprensa internacional, reforçando a postura profissional de Izabel ao longo de seus mais de 22 anos de carreira.
De acordo com os documentos divulgados, um e-mail atribuído a Epstein menciona que Izabel teria se hospedado em seu apartamento em Nova York seis anos antes, em 2011. No entanto, a defesa da modelo esclareceu que ela compartilhou um apartamento com outras modelos na cidade quando foi trabalhar nos Estados Unidos, em uma situação comum no mercado da moda internacional. O comunicado ressaltou que o apartamento foi cedido pela agência que a representava na época.
A nota emitida pelos representantes legais de Izabel Goulart afirmou categoricamente que a modelo jamais esteve no apartamento de Epstein ou teve qualquer envolvimento pessoal com ele. Além disso, a defesa repudiou qualquer tentativa de associar o nome de Izabel ao escândalo envolvendo Epstein e Ghislaine Maxwell. A preocupação da modelo em esclarecer os fatos e preservar sua reputação profissional foi evidenciada no comunicado.
O posicionamento rápido e firme de Izabel Goulart e sua equipe jurídica reflete a importância da reputação e imagem pública para profissionais do mundo da moda, sobretudo em casos delicados como esse. A citação de seu nome nos arquivos não implica necessariamente em envolvimento em atividades criminosas, mas a modelo optou por se pronunciar de forma transparente e contundente para evitar qualquer especulação indevida sobre sua conduta.
A divulgação dos documentos ligados ao caso Epstein tem gerado reações diversas entre as personalidades citadas, que buscam se desvincular de qualquer ligação com o escândalo de exploração e tráfico sexual de menores. No caso da brasileira Izabel Goulart, a estratégia adotada foi a de esclarecer de maneira rápida e assertiva os fatos, reforçando sua postura profissional ao longo de sua carreira. A defesa da modelo reforçou que eventuais ofensas à sua imagem serão devidamente responsabilizadas.




