Lula busca governança global da IA e combate à desinformação na Índia: inclusão digital e controle de riscos em foco

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Lula defenderá governança global da inteligência artificial e combate à desinformação em cúpula na Índia

O presidente levará a Nova Déli proposta de inclusão digital e controle de riscos, como vieses algorítmicos e conteúdos falsos

12 de fevereiro de 2026, 13:23 h

04/02/2026 – Brasília – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. Palácio do Planalto. Brasília (DF) – Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará, nos dias 19 e 20 de fevereiro, da Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Déli, na Índia, onde deve apresentar a posição brasileira sobre governança global da tecnologia, inclusão digital e a necessidade de conter riscos associados ao avanço acelerado da inteligência artificial.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, Lula pretende defender que o desenvolvimento da inteligência artificial precisa equilibrar ganhos econômicos e sociais com medidas para mitigar ameaças como desinformação em larga escala, produção de conteúdos falsos, vieses algorítmicos e discriminação.

O tema foi comentado nesta quinta-feira pelo diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual do Itamaraty, Eugênio Garcia, que apontou a preocupação do Brasil com o uso responsável da tecnologia.

“São preocupações legítimas e que naturalmente farão parte do nosso posicionamento durante a cúpula”, afirmou Garcia.

Segundo ele, o principal desafio do governo brasileiro é assegurar que o país consiga aproveitar as oportunidades oferecidas pela inteligência artificial sem ignorar seus efeitos colaterais. “Garantir o potencial extraordinário da tecnologia em termos de fomento, desenvolvimento e adoção de inteligência artificial no Brasil”, disse.

Ainda conforme o representante do Itamaraty, o Brasil busca atuar para “prevenir e mitigar riscos existentes, de curto, médio e longo prazo”, dentro do debate internacional sobre regulação e governança da tecnologia.

Lula defenderá governança global da inteligência artificial e combate à desinformação em cúpula na Índia

O presidente levará a Nova Déli proposta de inclusão digital e controle de riscos, como vieses algorítmicos e conteúdos falsos

12 de fevereiro de 2026, 13:23 h

04/02/2026 – Brasília – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. Palácio do Planalto. Brasília (DF) – Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará, nos dias 19 e 20 de fevereiro, da Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Déli, na Índia, onde deve apresentar a posição brasileira sobre governança global da tecnologia, inclusão digital e a necessidade de conter riscos associados ao avanço acelerado da inteligência artificial.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, Lula pretende defender que o desenvolvimento da inteligência artificial precisa equilibrar ganhos econômicos e sociais com medidas para mitigar ameaças como desinformação em larga escala, produção de conteúdos falsos, vieses algorítmicos e discriminação.

O tema foi comentado nesta quinta-feira pelo diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual do Itamaraty, Eugênio Garcia, que apontou a preocupação do Brasil com o uso responsável da tecnologia.

“São preocupações legítimas e que naturalmente farão parte do nosso posicionamento durante a cúpula”, afirmou Garcia.

Segundo ele, o principal desafio do governo brasileiro é assegurar que o país consiga aproveitar as oportunidades oferecidas pela inteligência artificial sem ignorar seus efeitos colaterais. “Garantir o potencial extraordinário da tecnologia em termos de fomento, desenvolvimento e adoção de inteligência artificial no Brasil”, disse.

Ainda conforme o representante do Itamaraty, o Brasil busca atuar para “prevenir e mitigar riscos existentes, de curto, médio e longo prazo”, dentro do debate internacional sobre regulação e governança da tecnologia.

Lula defenderá governança global da inteligência artificial e combate à desinformação em cúpula na Índia

O presidente levará a Nova Déli proposta de inclusão digital e controle de riscos, como vieses algorítmicos e conteúdos falsos

12 de fevereiro de 2026, 13:23 h

04/02/2026 – Brasília – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. Palácio do Planalto. Brasília (DF) – Brasil. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará, nos dias 19 e 20 de fevereiro, da Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial, em Nova Déli, na Índia, onde deve apresentar a posição brasileira sobre governança global da tecnologia, inclusão digital e a necessidade de conter riscos associados ao avanço acelerado da inteligência artificial.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, Lula pretende defender que o desenvolvimento da inteligência artificial precisa equilibrar ganhos econômicos e sociais com medidas para mitigar ameaças como desinformação em larga escala, produção de conteúdos falsos, vieses algorítmicos e discriminação.

O tema foi comentado nesta quinta-feira pelo diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual do Itamaraty, Eugênio Garcia, que apontou a preocupação do Brasil com o uso responsável da tecnologia.

“São preocupações legítimas e que naturalmente farão parte do nosso posicionamento durante a cúpula”, afirmou Garcia.

Segundo ele, o principal desafio do governo brasileiro é assegurar que o país consiga aproveitar as oportunidades oferecidas pela inteligência artificial sem ignorar seus efeitos colaterais. “Garantir o potencial extraordinário da tecnologia em termos de fomento, desenvolvimento e adoção de inteligência artificial no Brasil”, disse.

Ainda conforme o representante do Itamaraty, o Brasil busca atuar para “prevenir e mitigar riscos existentes, de curto, médio e longo prazo”, dentro do debate internacional sobre regulação e governança da tecnologia.

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