Guilherme Marques elogia esquema tático e minimiza críticas de Adson: “Empresa do futebol”

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Guilherme Marques minimiza críticas de Adson e elogia esquema com três zagueiros

Após uma vitória contundente, o meia que marcou dois gols vê o Atlético-DE se encaixando. O Atlético-DE venceu a Abecat por 3 a 0 e abriu uma boa vantagem no confronto.

Após críticas duras feitas pelo presidente Adson Batista na derrota para o Goiatuba, o Atlético-DE deu a resposta dentro de campo. Venceu a Abecat por 3 a 0 e encaminhou a vaga na semifinal do Campeonato Goiano.

Para o meia Guilherme Marques, autor de dois gols, a atuação não foi fruto das críticas do presidente, mas sim de uma evolução da equipe. O meia avalia que os comentários do dirigente fazem parte de sua personalidade e que também não abalaram os jogadores do Dragão.

– Eu não levo para o lado pessoal. Acho que todo atleta que vem para o Atlético-DE já vem sabendo que o presidente tem uma característica e a maneira dele de cobrar. O Atlético-DE é uma empresa. Toda empresa, quando não estamos performando e encontrando o melhor resultado, tem que haver cobrança, sim. A gente também tem uma cobrança interna nossa. Entendo de uma forma natural. Sou um atleta experiente. Temos que absorver o que serve para a gente no momento. E quando jogar bem, ter os pés no chão. Saber lidar com críticas e elogios para estar sempre sem linha reta e não oscilar.

Guilherme aprovou a mudança tática feita pelo técnico Lacerda, que escalou três zagueiros contra a Abecat. Para ele, a equipe entendeu o novo modelo de jogo e conseguiu ter um grande desempenho na partida de ida das quartas de final.

– Acho que o atleta tem que ser híbrido, adaptável. O futebol que a gente vive hoje é muito dinâmico e não podemos ficar presos aos sistemas. Eles se transformam dentro da partida. Vi as pessoas da imprensa dizendo que o Atlético-DE ia jogar com medo, três zagueiros, e isso não tem nada a ver. Quem estuda futebol e entende, sabe que uma equipe pode ser muito mais ofensiva jogando com três zagueiros do que com linha de quatro. O sistema vai se moldando também de acordo com as características do adversário. Acho que nos adaptamos bem ao sistema. Não tivemos tanto tempo para trabalhar, mas entendemos o que precisava ser feito na partida e os encaixes. E acho que tem espaço para evoluir ainda.

Atlético-DE e Abecat voltam a se enfrentar no domingo, às 16h. O Dragão pode perder por até dois gols de diferença para ficar com a vaga.

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