O carnavalesco Leandro Vieira, da Imperatriz Leopoldinense, surpreendeu a todos ao desfilar com um anel que foi presenteado por Ney Matogrosso. A relíquia usada pelo cantor em um show histórico de 1976, intitulado “Bandido”, tornou-se um símbolo de carinho e reconhecimento entre os artistas. O gesto de Ney em presentear Leandro com o anel evidencia a conexão entre os dois e a importância do legado deixado pelo cantor em sua carreira.
Ao solicitar uma lembrança para amarrar no chapéu, Leandro não esperava receber algo tão significativo quanto o anel de Ney Matogrosso. O “amuleto” se tornou um símbolo especial que acompanhou o carnavalesco durante o desfile da escola de samba. A presença do anel na concentração da Imperatriz Leopoldinense no domingo de carnaval trouxe um toque a mais de magia e nostalgia ao evento.
Este não é o primeiro gesto de carinho e gratidão recebido por Leandro Vieira de um homenageado. Quando era carnavalesco da Mangueira, em 2016, Maria Bethânia presenteou o artista com um fio de contas da orixá Iansã, enfeitado com uma firma de raio. O símbolo de boa sorte e proteção foi usado por Leandro durante o desfile que consagrou a Mangueira como campeã daquele ano.
A conexão entre inspiração artística e boas energias é evidente nas palavras de Leandro Vieira, que expressou sua gratidão ao receber o presente de Ney Matogrosso. Sentir a presença de uma pessoa que nos inspira por meio de um objeto simbólico é algo que traz uma sensação de benção e proteção. A troca de energias entre artistas e suas homenagens se reflete não apenas na arte, mas também na vida cotidiana.
O desfile da Imperatriz Leopoldinense foi marcado não apenas pela grandiosidade das alegorias, mas também pela presença marcante do homenageado Ney Matogrosso. A alegoria que encerrou o desfile trouxe consigo a essência e a importância do cantor na história da música brasileira. O anel presenteado a Leandro Vieira tornou-se um elo entre o passado e o presente, unindo gerações e celebrando a arte em sua mais pura forma.




