Ex-pugilista baiano “Hollyfield” é preso por agredir sobrinha em Salvador

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O ex-pugilista baiano Reginaldo “Hollyfield”, de 59 anos, foi preso na segunda-feira (16), por suspeita de agredir a sobrinha em Salvador. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu na casa da família, no bairro de Massaranduba. “Hollyfield” acertou a sobrinha de 26 anos com um soco na testa, sem que haja informações sobre as circunstâncias da briga.

A polícia informou que Reginaldo “Hollyfield” foi conduzido pela Polícia Militar até a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam Periperi), foi submetido a exames e está à disposição da Justiça. A vítima foi ouvida e liberada, enquanto a defesa do ex-pugilista não foi localizada até o momento. Hollyfield responderá por lesão corporal dolosa praticada no âmbito da violência doméstica.

O baiano ficou conhecido como “Hollyfield” por sua semelhança física com o americano Evander Hollyfield, sendo uma figura proeminente no boxe da Bahia antes de Acelino “Popó” de Freitas. Reginaldo “Hollyfield” conquistou diversos títulos em sua carreira, destacando-se seis campeonatos brasileiros, quatro títulos sul-americanos, seis latinos, um hispânico, um internacional e dois campeonatos mundiais.

Sua rivalidade com o pernambucano Luciano “Todo Duro” Torres também o tornou famoso no mundo do boxe. Em 2015, ambos deixaram a aposentadoria para participar de um último combate, conhecido como a “Luta do Século”. A trajetória de Hollyfield é marcada por grandes feitos e um legado no esporte.

O estado da Bahia tem sido palco de diversos acontecimentos policiais recentes, como a prisão de um vereador suspeito de homicídios e de chefiar uma facção criminosa que tentou fugir por telhados, a captura de um indivíduo que baleou duas pessoas durante o carnaval de Salvador, e o confronto que resultou na morte de quatro suspeitos pela polícia na zona rural de Porto Seguro.

Na Bahia, a violência doméstica tem sido uma questão crescente, com casos como o de Reginaldo “Hollyfield” sendo cada vez mais comuns. É importante que medidas sejam tomadas para coibir esse tipo de agressão e proteger as vítimas envolvidas. A Polícia Civil tem atuado ativamente nessas situações, garantindo a aplicação da lei e a defesa dos direitos das mulheres agredidas.

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