Cármen Lúcia alertou que o cenário não é de certezas absolutas, mas de incertezas, indicando que há riscos associados. Outros ministros do TSE reiteraram que a análise poderá ocorrer mais adiante, se houver indícios concretos de irregularidades. O ministro Villas Bôas Cueva enfatizou que o TSE não está passando pano para ilícitos eleitorais, enquanto Floriano de Azevedo Marques mencionou que não é viável censurar manifestações artísticas de forma antecipada.




