O presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Edinho Silva, afirmou que a Acadêmicos de Niterói teve total independência na criação de seu enredo e alegorias, respondendo às críticas pela homenagem a Lula e representação de conservadores. Em entrevista ao jornal O Globo, Silva destacou a autonomia da escola para definir seu enredo, refutando a ideia de ataque ao presidente. O destaque negativo foi a ala ‘neoconservadores em conserva’, retratando grupos como agronegócio, família de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos. As críticas da oposição incluíram acusações de propaganda eleitoral antecipada e abuso político e econômico, ligadas ao repasse de verbas da Embratur para a escola. A Acadêmicos de Niterói estreou no Grupo Especial do Carnaval do Rio com um samba-enredo emocionante sobre Lula, levando a esperança do operário do Brasil para a avenida. Competindo com as escolas tradicionais do Rio, a agremiação enfrentou diversas manifestações negativas de políticos e figuras públicas, como Michelle Bolsonaro, Sergio Moro, Padre Kelmon, Eduardo Bolsonaro, Damares Alves e Romeu Zema.




