O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar o pedido de investigação contra Jair Bolsonaro e sua família, alegando falta de documentos que justificassem a abertura de inquérito. A procuradora Luciana Furtado de Moraes afirmou que as acusações eram genéricas e careciam de prova documental para sustentação. O processo apresentado por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão acusava a família de crimes diversos, como envolvimento com milícias e corrupção, mas segundo o MPF, as informações eram opinativas e careciam de embasamento. A manifestação foi considerada como críticas políticas e não como fatos concretos, o que impossibilitou a abertura de investigação criminal. As acusações apresentadas eram genéricas, sem indicação de tempo, modo ou lugar das supostas práticas criminosas. O MPF ressaltou que a representação era composta por relatos pessoais, avaliações subjetivas e referências a conteúdos digitais e matérias jornalísticas, sem elementos mínimos de materialidade ou indícios concretos para embasar uma investigação penal.




