As forças dos Estados Unidos estão prontas para atacar o Irã neste fim de semana, de acordo com informações da CNN. O presidente Donald Trump ainda não autorizou a ofensiva, mesmo com os militares americanos já tendo um plano pronto para a ação. O nível de alerta militar no Oriente Médio foi elevado, indicando que um ataque pode acontecer em breve.
A decisão final sobre uma eventual ofensiva ainda está nas mãos de Trump, que tem expressado opiniões divergentes em conversas privadas. Há um aumento expressivo no envio de recursos aéreos e navais para a região, indicando uma preparação avançada para um possível ataque. O presidente dos Estados Unidos vem consultando assessores e aliados para avaliar qual seria a melhor abordagem a adotar.
Enquanto isso, negociações entre representantes do Irã e dos Estados Unidos em Genebra não resultaram em um acordo concreto. O risco de uma escalada militar cresce, e as incertezas sobre os próximos passos aumentam. As conversas indiretas entre os países resultaram em um “conjunto de princípios orientadores”, mas ainda há muitos detalhes a serem discutidos.
A Casa Branca afirma que prioriza a diplomacia e que espera mais detalhes da posição de negociação do Irã nas próximas semanas. No entanto, a opção de um ataque militar continua sendo considerada. A movimentação militar é intensa, com o porta-aviões USS Gerald Ford se deslocando para o Oriente Médio e a Força Aérea dos EUA reposicionando ativos na região.
Novas imagens de satélite indicam que o Irã está fortalecendo suas instalações nucleares, o que aumenta a tensão entre os países. Com a proximidade do Ramadã, das Olimpíadas e do discurso de Trump sobre o Estado da União, o momento de uma possível ofensiva é incerto. Autoridades americanas e aliados estão atentos aos desdobramentos e buscando manter a estabilidade regional.
No meio desse cenário tenso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, planeja uma viagem a Israel para discutir o tema com Benjamin Netanyahu. A incerteza sobre os objetivos de uma possível operação militar e o apoio interno ao presidente Trump permanecem em questão. A falta de detalhes sobre as metas concretas de um ataque contra o Irã gera preocupações e especulações sobre os próximos passos.




