O compromisso da Plaenge com o legado arquitetônico de Londrina
Projetos pensados para atravessar gerações, valorizando o espaço vivido e a
experiência cotidiana.
A arquitetura de Londrina sempre avançou em ciclos. Das primeiras construções em
Art Déco, que marcaram o início da urbanização, aos edifícios modernistas do
período áureo do café, a cidade sempre foi um terreno fértil para projetos que
desafiam o padrão.
É dentro dessa trajetória que a Plaenge escolhe atuar. Não por obrigação, mas
por convicção. Uma responsabilidade assumida pela própria marca: a de contribuir
ativamente para a cidade por meio de empreendimentos que dialogam com o tempo, a
paisagem e a memória urbana, utilizando a arquitetura autoral como ferramenta de
permanência.
Como a única construtora da região a conquistar prêmios internacionais em
arquitetura, a empresa consolida um modelo que une a escala de produção e a
solidez da maior construtora de capital fechado do país à singularidade de
projetos esculpidos individualmente. Esse equilíbrio é o que permite à marca
entregar edifícios que se tornam marcos visuais e que acompanham o passar do
tempo, como é o caso de Artesano, novo ícone arquitetônico da cidade.
Estratégia e identidade
Em Londrina, o alto padrão da Plaenge alcançou um lugar próprio. Um estágio de
maturidade que se trata da coerência entre visão, critério e consistência. Os
projetos nascem de escolhas conscientes, em que cada autor cumpre um papel
específico, seja na arquitetura, nos interiores, no paisagismo ou no
luminotécnico. Nada é tratado como complemento, tudo faz parte de uma mesma
intenção.
Há mais de cinco anos, decidimos romper com a massificação e desenvolver
empreendimentos de alto padrão com identidades diferenciadas.
— explica Rodolfo Sugeta, superintendente da DE em Londrina.
Rodolfo Sugeta, superintendente regional DE em Londrina. — Foto:
Divulgação/Plaenge
Essa forma de pensar está desde a escolha do terreno até a relação do edifício
com a cidade. A engenharia e o paisagismo deixam de ser apenas soluções técnicas
e passam a atuar como instrumentos para qualificar o espaço urbano e as
experiências que ali irão acontecer.
“Sempre que adquirimos um novo terreno, sabemos que há uma história que precisa
ser honrada”, afirma Sugeta. “O foco está em criar ambientes que sejam lembrados
por proporcionarem qualidade de vida e por serem referências de boa arquitetura
para quem vive e para quem transita pela cidade”, complementa.
Mesmo quando isso exige mais tempo, mais curadoria ou um investimento maior, a
decisão é clara, porque o valor está no resultado vivido. A experiência deixa de
ser ideia e se torna cotidiano. É o contato com a natureza, a atmosfera dos
espaços, o cuidado com o detalhe, a sensação de conforto que atravessa o tempo.
Uma forma de viver que, até pouco tempo, era referência distante, hoje é
realidade nos empreendimentos da marca.
Rodolfo Sugeta relembra que a visão do fundador da DE sempre foi clara.
Ele sempre disse que chegaria o momento em que ultrapassariamos o patamar do
alto padrão comum do mercado, ao nos diferenciarmos de forma consistente da
concorrência. Esse avanço se concretizou quando a construtora passou a orientar
suas decisões por uma arquitetura de muita qualidade, entendida não apenas como
estética, mas como valor, propósito e identidade em cada projeto.
Entregar o melhor de cada projeto passou a ser princípio. O que permanece é a
qualidade do espaço vivido e a maneira como a arquitetura transforma o dia a
dia. Por isso, os empreendimentos da DE se tornam referências. E assim se
constrói um legado.




