A Força Aérea Brasileira (FAB) decidiu manter em sigilo por cinco anos os custos operacionais do voo que transportou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Nordeste até o Rio de Janeiro para passar o réveillon em Angra dos Reis. A decisão foi tomada após um pedido formal de acesso à informação, realizado pela coluna do jornalista Lauro Jardim. A Aeronáutica classificou os dados como ‘reservados’, limitando o acesso público por um período de cinco anos. O voo, que decolou de João Pessoa na manhã de 26 de dezembro e pousou no Aeroporto Santos Dumont no início da tarde, teve a bordo 11 passageiros, mas a relação nominal dos ocupantes não foi divulgada. A Câmara dos Deputados justificou o uso da aeronave oficial, afirmando que a medida foi tomada por motivos de segurança institucional, o que também corroboraria a decisão de manter as informações sigilosas.



