Hamas pede ação urgente da comunidade internacional pela reconstrução de Gaza e garantia dos direitos palestinos

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O Movimento de Resistência Palestina Hamas reage à reunião do Conselho de Paz e pede ação internacional urgente para garantir os direitos e a reconstrução da Faixa de Gaza. Em meio à discussão sobre a situação no território palestino, o Hamas exige o imediato fim da agressão e do bloqueio a Gaza. A organização destaca a necessidade de um cessar-fogo completo como ponto de partida para qualquer iniciativa política relacionada ao futuro de Gaza. A interrupção total das agressões de Israel é vista como essencial para aliviar a grave crise humanitária enfrentada pela população local e permitir a livre circulação.

Além disso, o Hamas enfatiza a importância da garantia dos direitos nacionais legítimos do povo palestino, incluindo o direito à liberdade e à autodeterminação. Segundo a organização, tais princípios são fundamentais para a construção de um futuro digno para a população. O movimento também critica a continuidade da ocupação israelense e as violações do acordo de cessar-fogo, chamando a comunidade internacional a agir com firmeza diante dessa realidade.

O comunicado do Hamas insta os países e organizações que participam do Conselho de Paz a adotarem medidas práticas para interromper a agressão contra o povo palestino. Entre as ações reivindicadas estão a abertura imediata de todas as passagens de fronteira e a liberação irrestrita da entrada de ajuda humanitária essencial para os moradores de Gaza. Além disso, o movimento exige o início imediato dos trabalhos de reconstrução na Faixa de Gaza, que sofreu danos extensos em sua infraestrutura e áreas residenciais.

Reiterando sua posição, o Hamas destaca a necessidade de evitar que a ocupação israelense continue a obstruir os direitos humanitários e políticos do povo palestino. A organização está comprometida em trabalhar para estabelecer um cessar-fogo permanente e enfatiza a importância de enfrentar a causa central do conflito: a ocupação israelense do território palestino. Por fim, o movimento reforça a necessidade do fim das políticas agressivas por parte de Israel e afirma que o povo palestino deve poder exercer plenamente seus direitos inalienáveis.

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