A Polícia local afirma que a morte do vereador em Magé, no Rio de Janeiro, foi planejada. Segundo as informações divulgadas, a motivação por trás do crime foi uma disputa política na região. O mandante do assassinato foi identificado como Mário Jorge Soares Gentil, enquanto o executor, Gutemberg Andrade de Santana, encontra-se foragido até o momento.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) concluiu as investigações sobre o assassinato do vereador Silmar Braga de Souza e indiciou tanto o mandante quanto o executor do crime. O homicídio ocorreu no distrito de Jardim Nova Marília, em Magé, no mês de janeiro de 2025. Segundo as informações levantadas, a vítima foi atraída para uma emboscada, na qual o atirador se aproximou em uma motocicleta e efetuou diversos disparos contra o vereador, sem dar chance de defesa.
As investigações apontaram que a ação criminosa foi cuidadosamente planejada e executada de forma organizada. A polícia sustenta que a motivação por trás do crime foi uma disputa política na cidade de Magé. O mandante foi identificado como Mário Jorge Soares Gentil, enquanto o executor, Gutemberg Andrade de Santana, encontra-se atualmente foragido, mas a polícia segue em busca de sua captura.
Com base nos elementos reunidos durante as investigações, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva dos acusados, medida que foi deferida pela Justiça. O mandante do crime já se encontra sob custódia, e as autoridades continuam com as diligências para localizar e capturar o executor. O vereador Silmar Braga foi baleado e morto ao sair de casa em Magé, em um trágico acontecimento que chocou a comunidade local em janeiro.




