De acordo com os advogados de Maicon, a decisão de soltura foi baseada na falta de provas que ligassem o filho do síndico ao crime. A defesa ressaltou que as investigações ainda estão em andamento e que continuam a colaborar com as autoridades para esclarecer os fatos.
O crime chocou a cidade de Goiânia e repercutiu em todo o país. A corretora Daiane Alves Souza foi encontrada morta dentro de um carro incendiado em uma estrada vicinal. As circunstâncias do crime ainda são nebulosas e a polícia segue em busca de mais evidências para elucidar o caso.
Maicon Douglas de Oliveira, que estava preso desde o dia seguinte ao crime, sempre negou qualquer envolvimento na morte de Daiane. A defesa do rapaz argumenta que ele estava em casa no momento do crime e que não teria motivos para cometer um homicídio.
A soltura de Maicon não significa que ele foi inocentado. A polícia continua investigando o caso e novas informações podem surgir a qualquer momento. A família da corretora morta espera que a justiça seja feita e que o responsável pelo crime seja identificado e punido de acordo com a lei.
O advogado de defesa de Maicon reforçou que o rapaz se colocou à disposição das autoridades desde o início das investigações e que está confiante na sua inocência. A liberdade concedida pela PCGO é vista pela defesa como mais um passo rumo à verdade dos fatos e à inocência do cliente.
A comoção causada pela morte brutal de Daiane Alves Souza ainda é sentida pela população de Goiânia. As investigações seguem em curso e a polícia pede que qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o caso seja repassada às autoridades. O desfecho dessa história ainda é incerto, mas a justiça espera que a verdade prevaleça.




