Daniel Vilela criticou a saída de Ana Paula Rezende do MDB, afirmando que foi uma decisão ‘impensada’. O motivo central do rompimento, segundo o vice-governador, foi uma divergência em relação ao uso de recursos públicos para a construção de um memorial em homenagem ao ex-governador Iris Rezende. Vilela ressaltou que a negativa foi baseada em questões legais, não políticas.
O vice-governador revelou que tentou persuadir Ana Paula a permanecer no partido, inclusive sugerindo sua participação em projetos políticos da legenda, como uma possível candidatura à Prefeitura de Goiânia e a posição de vice-governadora. No entanto, ambas as propostas foram recusadas pela empresária. Ele destacou a posição de destaque que Ana Paula ocupava no MDB e a possibilidade de assumir a presidência do diretório em caso de desincompatibilização para eleições.
A saída de Ana Paula ocorreu após ela ser anunciada como pré-candidata a vice-governadora na chapa liderada por Wilder Morais, do PL. Vilela afirmou que respeita a decisão da empresária, mas considera a motivação do seu desligamento do MDB como desproporcional diante do impasse sobre o memorial. Ele acrescentou que o grupo governista segue com suas articulações visando as eleições de 2026, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado.
A filiação de Ana Paula ao PL gerou frustração entre os integrantes do MDB, especialmente devido ao histórico de envolvimento da empresária com o partido. Vilela destacou que a saída dela da legenda foi vista como uma decisão precipitada e ressaltou a importância da unidade política para fortalecer o grupo governista em Goiás e garantir uma base sólida para futuras disputas eleitorais.




