Piloto de avião condenado por tráfico é preso em Goiânia: atuava como motorista de app

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Piloto de avião condenado a quase 10 anos por tráfico internacional atuava como motorista de app em Goiânia, diz PM

Lucas de Oliveira Penha foi preso em Goiânia, no Setor Sul. De acordo com a Justiça, ele foi condenado por transportar cerca de 283 kg de cocaína em uma aeronave com outro réu.

Piloto de avião condenado a quase 10 anos por tráfico internacional é preso em Goiânia

O piloto de avião Lucas de Oliveira Penha foi preso pela Polícia Militar em Goiânia, no setor Sul, em um cumprimento de mandado de prisão por tráfico internacional de drogas. Segundo a polícia, ele foi condenado a quase 10 anos pelo Tribunal Regional Federal de Tocantins.

O DE entrou em contato com a defesa do piloto e aguarda retorno.

A prisão aconteceu no dia 13 de fevereiro. De acordo com as informações dos militares, a equipe de inteligência localizou o veículo de Lucas, que informou trabalhar como motorista de aplicativo.

Lucas de Oliveira Penha condenado a quase 10 anos pro tráfico internacional de drogas é preso em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Verificando o nome do suspeito no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça, os policiais encontraram um mandado de prisão em aberto contra ele por uma condenação por tráfico internacional de drogas.

Lucas passou por audiência de custódia e está preso na Casa de Prisão Provisória – Aparecida de Goiânia.

A ação penal contra Lucas ajuizada pelo Ministério Público Federal é de 2018. Segundo a denúncia, ele foi preso naquele ano em Formoso do Araguaia, no Tocantins, quando transportava cerca de 283 kg de cocaína em uma aeronave com outro suspeito.

Droga foi apreendida em Formoso do Araguaia — Foto: PM/Divulgação

Em decisão de 2024, Lucas foi condenado a 9 anos e 7 meses de reclusão em regime fechado e 650 dias-multa. Ele respondeu por tráfico internacional de drogas e atentado contra a segurança do transporte marítimo, fluvial e aéreo.

A defesa interpôs um recurso especial que foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça e o trânsito em julgado ocorreu em junho do ano passado.

Segundo documentação do Tribunal Regional Federal, ele manifestou interesse em cumprir pena em Goiás, já que sua companheira reside no estado.

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