O deputado Hugo Motta informou que a escolha do relator da PEC que trata do fim da jornada 6×1 será realizada no início desta semana. Após uma reunião dos dois deputados responsáveis pelo trâmite, foi decidido que a análise da admissibilidade da proposta ocorrerá até o final de março. Posteriormente, o debate será conduzido em uma comissão especial que será criada após a análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Motta destacou a legitimidade do debate em torno da escala 6×1, afirmando: “O Brasil está discutindo a escala 6×1 e isso é legítimo” em um vídeo divulgado. Ele ressaltou a importância de conduzir esse processo com responsabilidade e transparência, incluindo a audição não apenas dos trabalhadores e representantes sindicais, mas também dos empresários. A meta é garantir que a discussão avance de forma equilibrada, sem radicalismos ou imposições repentinas. Será uma abordagem ponderada e cuidadosa.
A proposta de acabar com a jornada de trabalho 6×1 é um desejo antigo de muitos trabalhadores e tem gerado debates intensos na sociedade. Motta reforçou que a análise cuidadosa dos impactos econômicos e sociais da medida é fundamental para garantir que a mudança seja feita da melhor maneira possível. A participação de todas as partes interessadas será essencial para a construção de um consenso sobre o assunto, visando o benefício de todos os envolvidos no processo.
Essa iniciativa de buscar um equilíbrio entre as necessidades dos trabalhadores e dos empregadores reflete a preocupação do relator da PEC em encontrar soluções que atendam aos interesses de ambas as partes de forma justa e equilibrada. A criação de uma comissão especial para debater o tema demonstra a seriedade e a relevância que o assunto tem para o cenário trabalhista atual. É crucial que sejam consideradas todas as perspectivas e pontos de vista envolvidos, assegurando um debate amplo e enriquecedor sobre a jornada de trabalho no país.
A postura de Hugo Motta em relação à escolha do relator e à condução do debate sobre o fim da jornada 6×1 aponta para um processo cuidadoso e inclusivo, que visa contemplar os diversos interesses envolvidos. A transparência e a abertura para o diálogo com todas as partes interessadas serão elementos fundamentais nesse percurso rumo a uma possível mudança na legislação trabalhista. A expectativa é de que a discussão seja conduzida de forma democrática e responsável, visando o bem-estar e a justiça no ambiente de trabalho para o futuro.




