Pré-candidatos à Presidência, governadores Eduardo Leite e Ronaldo Caiado do PSD estão buscando fortalecer suas relações com os vices, com o objetivo de atrair o MDB para a corrida pelo Planalto, tentando evitar uma adesão emedebista a Lula, que sinaliza com uma vaga em sua chapa. A proximidade entre os partidos nos estados do Rio Grande do Sul e Goiás favorece a possibilidade de uma aliança nacional entre PSD e MDB, especialmente com diálogo constante entre o presidente do MDB, Baleia Rossi, e figuras influentes como Eduardo Leite e o vice-governador de Goiás, Daniel Vilela. O partido considera prioritárias as eleições no Rio Grande do Sul e em Goiás, buscando reforçar alianças nos estados. A adesão do MDB à pré-candidatura de Eduardo Paes ao governo do Rio demonstra uma aproximação entre as siglas mesmo com ligações divergentes em relação aos presidenciáveis. O PSD, com o governador Ratinho Junior como pré-candidato, sinaliza uma possível aliança com o MDB, mas ressalta a divisão interna no partido. A tentativa de construir uma chapa de centro é bem vista, mas a decisão final será da convenção partidária. No cenário local, Gabriel Souza enfrenta desafios para se tornar sucessor de Leite no Rio Grande do Sul, com apoio ainda incerto de outras legendas. Enquanto isso, Daniel Vilela conta com apoio em Goiás e a possível formação de uma federação com União Brasil e PP. A atuação dos vices na Executiva Nacional do MDB fortalece suas posições, com Vilela assumindo protagonismo na gestão estadual. A sigla planeja ampliar sua influência em outros estados, como Paraíba, Amapá e Paraná, com possíveis apoios do PSD. Além disso, setores do MDB buscam garantir a presença na coligação presidencial, com apoio a Ratinho Júnior. A expectativa é de um sinal claro de Lula em relação à vice-presidência para formalizar o apoio do MDB.




