Amin escanteado por Bolsonaro provoca racha na direita catarinense

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No cenário político catarinense, a resolução de uma novela envolvendo a formação de uma chapa pura para o Senado pelo PL de SC trouxe mais polêmica. A deputada federal Caroline de Toni e o vereador carioca Carlos Bolsonaro foram os escolhidos, decisão atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, o governador Jorginho Mello, defensor da reeleição do senador Esperidião Amin, vê seu apoio minguar com a decisão. Amin, por sua vez, reafirma sua candidatura à reeleição, criando mais tensão no cenário político local. O PP, antes aliado de Flávio Bolsonaro para presidente, agora vê seu apoio em risco. João Rodrigues, do PSD, e partidos de esquerda observam atentamente o desenrolar dos acontecimentos. Nas rodas do Tribunal de Justiça de SC, o afastamento do ministro Marco Buzzi por importunação sexual levanta discussões sobre a ‘lei do retorno’, conceito que reflete sobre as consequências das ações, sejam elas positivas ou negativas, no futuro. O IBGE revela índices baixos de desemprego em SC e MT, contrastando com a situação no Piauí. A climatização das salas de aula em escolas públicas de SC proporciona conforto aos estudantes e mostra avanços na educação do estado. Enquanto isso, um projeto de lei para criar um feriado em honra a Santa Catarina gera descontentamento entre entidades patronais. A renúncia da vice-reitora da UFSC e a preferência por carros brancos e pretos em SC são assuntos em destaque. A discussão sobre a redução da maioridade penal, mencionada pelo ministro da Justiça, enfrenta resistência da bancada do PT, que considera a proposta retrograda e inconstitucional.

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