Os ministérios públicos estaduais e o da União desembolsaram R$ 2,9 bilhões em verbas retroativas no período de 2024 a 2025, segundo relatório apresentado pelas ONGs República.org e Transparência Brasil. A pesquisa revela que 60% dos membros ativos de 27 órgãos analisados foram beneficiados com esses pagamentos. O promotor do Ministério Público do Maranhão foi o maior favorecido individualmente, com um total de R$ 4 milhões em retroativos recebidos nesse intervalo de tempo. A matéria do UOL destacou que mesmo afastados há anos do Ministério Público, os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, continuam recebendo valores retroativos desde 2020, chegando a quase R$ 1 milhão para cada um.




