Governo Lula é cobrado por guerra na Ucrânia e diz que tem neutralidade militar, mas não moral

Residents survey damaged cars at the site where Russian drone debris fell during a large-scale Russian aerial attack in Kyiv on January 20, 2026, amid the Russian invasion of Ukraine. (Photo by Genya SAVILOV / AFP)

Aos quatro anos de guerra na Ucrânia, o governo Luiz Inácio Lula da Silva foi cobrado a ter um posicionamento mais claro e duro contra a invasão russa nesta terça-feira, dia 24, durante audiência no Senado, promovida pelo grupo parlamentar Brasil-Ucrânia. O encontro foi promovido em ‘solidariedade’ a Kiev e debateu posições do governo do Brasil. Em resposta, o embaixador do Brasil na Ucrânia, Rafael de Mello Vidal, afirmou que o Brasil condenou a invasão e adotou neutralidade militar, mas não moral. ‘No terreno moral adotamos uma postura de condenação da invasão. No terreno militar somos neutros, mas no terreno moral, não’, disse o embaixador brasileiro.

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