Justiça libera 89 torcedores presos após brigas durante Clássico-Rei, em
Fortaleza
Outros 33 envolvidos permanecem em prisão preventiva por possuírem antecedentes
criminais ou por responderem a procedimentos na Justiça.
Justiça libera 89 torcedores presos após brigas durante Clássico-Rei, em
Fortaleza.
Um grupo de 89 torcedores foi liberado pela Justiça do Ceará. Eles estavam
presos devido a brigas no Clássico-Rei que aconteceu na Arena Castelão no último
dia 8 de fevereiro. Os torcedores foram soltos na segunda-feira (23), e a
informação foi repassada pelo Tribunal de Justiça do estado nesta quarta (25).
No vídeo, alguns homens apareceram saindo da Unidade Prisional de Triagem e
Observação Criminológica (UP-TOC), localizada no Complexo Penitenciário de
Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. A unidade é a “porta de
entrada” do sistema prisional do estado. De lá, é feita a distribuição dos
detentos para outros presídios.
A 7ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza informou que para revogar as prisões
preventivas foi considerada a primariedade dos réus, que não possuem
antecedentes criminais ou infracionais, e não estão envolvidos em outros
inquéritos ou ações penais. Os homens deverão cumprir medidas cautelares, incluindo proibição de deixar a cidade de Fortaleza sem autorização judicial, comparecimento periódico à Coordenadoria de Alternativas Penais, e restrição de acesso a estádios de futebol em um raio de cinco quilômetros nos dias de jogos do Ceará e do Fortaleza.
Outros 33 envolvidos permanecem em prisão preventiva por possuírem antecedentes
criminais ou por responderem a procedimentos na Justiça.
Após os confrontos, o Ministério Público do Ceará, por meio do Núcleo do Desporto e Defesa do
Torcedor (Nudetor), decidiu, no dia 10 de fevereiro, suspender quatro torcidas
organizadas por cinco jogos.
Os episódios de violência que levaram à decisão do órgão ocorreram em vários
pontos da capital, horas antes da partida entre Ceará e Fortaleza pelo
Campeonato Cearense 2026.
Na ocasião, mais de 350 pessoas envolvidas nos confrontos foram capturadas. Com eles foram apreendidos paus, pedras, rojões, socos-ingleses e artefatos
explosivos.
A punição foi aplicada às torcidas: Torcida Organizada do Ceará (TOC), Movimento Organizado Força Independente (MOFI), Bonde da Aliança e Força da Galera.
Conforme o Ministério Público, a decisão foi comunicada à Federação Cearense de
Futebol (FCF), aos clubes Fortaleza e Ceará, às torcidas organizadas, à Polícia
Militar e ao Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE). “A medida tem caráter preventivo e educativo. O objetivo é coibir novas
ocorrências de violência e reforçar a segurança nos eventos esportivos”, disse o
Ministério Público.
Após os confrontos, o Ministério Público do Ceará, por meio do Núcleo do Desporto e Defesa do
Torcedor (Nudetor), decidiu, no dia 10 de fevereiro, suspender quatro torcidas
organizadas por cinco jogos. Os episódios de violência que levaram à decisão do órgão ocorreram em vários pontos da capital, horas antes da partida entre Ceará e Fortaleza pelo Campeonato Cearense 2026. Na ocasião, mais de 350 pessoas envolvidas nos confrontos foram capturadas. Com eles foram apreendidos paus, pedras, rojões, socos-ingleses e artefatos explosivos. A punição foi aplicada às torcidas: Torcida Organizada do Ceará (TOC), Movimento Organizado Força Independente (MOFI), Bonde da Aliança e Força da Galera. Conforme o Ministério Público, a decisão foi comunicada à Federação Cearense de Futebol (FCF), aos clubes Fortaleza e Ceará, às torcidas organizadas, à Polícia Militar e ao Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE). “A medida tem caráter preventivo e educativo. O objetivo é coibir novas ocorrências de violência e reforçar a segurança nos eventos esportivos”, disse o Ministério Público.




