Imagens de drone levaram à prisão de Adilsinho em mansão na Região dos Lagos: detalhes da captura do bicheiro mais procurado do Rio.

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Imagens de drone levaram à prisão de Adilsinho em mansão na Região dos Lagos;

Monitoramento aéreo confirmou que o contraventor estava em uma residência em
Cabo Frio e permitiu que as equipes avançassem com a ação e capturassem o
foragido.

Imagens feitas por um drone na manhã desta quinta-feira (26) foram decisivas
para a prisão do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como
Adilsinho, um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro.

As imagens aéreas, obtidas com exclusividade pelo DE, confirmaram que o
contraventor estava em uma residência em Cabo Frio, na Região dos
Lagos, permitindo que as equipes avançassem com a ação e capturassem o foragido.

Na quarta-feira (25), a polícia havia solicitado à Justiça um mandado de busca e
apreensão para o imóvel onde ele foi localizado. O pedido, no entanto, foi
indeferido. Apenas após a confirmação da presença de Adilsinho no endereço,
feita por meio do monitoramento aéreo, a prisão pode ser cumprida.

A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no
Rio de Janeiro (Ficco/RJ), composta por agentes da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil, com
apoio do Ministério Público Federal (MPF).

Adilsinho era alvo de investigações há anos e estava foragido da Justiça.

Adilsinho faz parte da cúpula do jogo do bicho no Rio e controla áreas da Zona
Sul, Centro e Zona Norte da capital. Ele ainda é apontado como o maior produtor
e distribuidor de cigarros falsificados do estado.

O PM Diego Darribada Rebello de Lima fazia a segurança de Adilsinho e também foi
preso.

Contra o contraventor havia pelo menos 4 mandados de prisão em aberto:

1. Na Justiça Federal, é apontado como chefe da máfia dos cigarros;
2. Na Justiça do RJ, responde como mandante da execução de Marco Antônio
Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri, rival da contravenção;
3. Na Justiça do RJ, responde como mandante do assassinato de Fábio Alamar
Leite;
4. Na Justiça do RJ, responde como mandante da morte de Fabrício Alves Martins
de Oliveira.

Mas a polícia apura se Adilsinho está envolvido em pelo menos 20 crimes
cometidos por um grupo de extermínio — entre homicídios e tentativas de assassinato.

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