Mobilização do governo para reverter quebra de sigilo de Lulinha

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A mobilização do governo para reverter a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, ganhou destaque após a aprovação do pedido pela CPMI do INSS. Deputados e senadores aliados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreram ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, em uma tentativa de anular a votação da comissão. A discussão se intensificou com a alegação de que o presidente da CPMI, Carlos Viana, teria fraudado a votação. O requerimento para a quebra de sigilo, de autoria do deputado relator Alfredo Gaspar, baseia-se na suspeita de que Lulinha atuou como ‘sócio oculto’ de Antônio Camilo Antunes, o ‘careca do INSS’. A votação em bloco de mais de 80 requerimentos levantou polêmica, com a contagem dos votos sendo questionada pelos governistas. Mesmo diante das imagens que mostravam um número maior de votos contrários do que o anunciado, o presidente Carlos Viana defendeu sua decisão, argumentando que seguiu o regimento interno. Em resposta, os governistas recorreram a Davi Alcolumbre, acusando a conduta de Viana como uma ‘manobra regimental’, solicitando a investigação do caso pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. Além dos debates sobre a votação dos requerimentos, a oitiva do empresário Paulo Camisotti durante a reunião da CPMI do INSS foi marcada pelo silêncio do depoente, que optou por não responder às perguntas sob a proteção de um habeas corpus. A tensão aumentou quando o depoente se recusou a responder questões consideradas públicas, mas a solicitação de prisão em flagrante feita por deputados de oposição não foi acatada por Carlos Viana.

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