Polícia Federal afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por ausência no trabalho

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A Polícia Federal tomou a decisão de afastar preventivamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da corporação, em decorrência de sua ausência no trabalho. O processo foi aberto logo após o filho do ex-presidente perder o mandato de deputado e ser convocado a retomar suas funções na PF. Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio de Janeiro optou por afastá-lo preventivamente de suas atividades como escrivão. Além disso, a PF determinou que Eduardo entregue sua carteira funcional e arma de fogo dentro de um prazo de até cinco dias.

A decisão da Polícia Federal também incluiu a solicitação para que o ex-deputado informe seu endereço atualizado e o local onde poderá ser encontrado caso se ausente de seu domicílio. O afastamento de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da corporação foi uma medida preventiva adotada pela PF diante da situação. A ausência no trabalho, que motivou a abertura do processo, levou a essa determinação por parte da Corregedoria da PF no Rio de Janeiro.

Com a decisão de afastamento preventivo, Eduardo Bolsonaro terá que cumprir as determinações feitas pela Polícia Federal. A entrega da carteira funcional e da arma de fogo dentro do prazo determinado é uma das obrigações impostas. Além disso, a solicitação de informar o endereço atualizado e de notificar sobre possíveis ausências do domicílio são parte das medidas adotadas pela PF. O processo de afastamento de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal é resultado de sua ausência no trabalho e ocorreu após ele perder o mandato de deputado.

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