O Irã decreta um período de 40 dias de luto e promete uma resposta dura contra o assassinato do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. O presidente Masoud Pezeshkian classificou a morte como um “grande crime” e anunciou um feriado nacional em decorrência do ocorrido, afirmando que o crime “jamais ficará sem resposta”.
O governo iraniano emitiu um comunicado oficial, divulgado pela rede Al Jazeera, informando sobre as medidas tomadas após o assassinato de Khamenei. A declaração do presidente Pezeshkian ressalta que o episódio marcará uma nova etapa na história do mundo islâmico e do xiismo, prometendo uma resposta firme contra os responsáveis pelo crime.
Na nota oficial, Pezeshkian afirmou que o “grande crime jamais ficará sem resposta” e ressaltou que o sangue derramado do líder de alto escalão servirá para erradicar a opressão e o crime americano-sionistas. O tom da declaração eleva a tensão contra os Estados Unidos e Israel em um momento delicado na região.
O presidente iraniano também destacou que os autores e mandantes do assassinato irão se arrepender do que fizeram, prometendo uma resposta enérgica. Além dos 40 dias de luto, o governo iraniano decretou sete dias de feriado público, indicando uma mobilização institucional e simbólica em torno da liderança do país diante da crise.
O assassinato de Khamenei representa um marco histórico para o Irã e pode desencadear consequências políticas e geopolíticas significativas no Oriente Médio, em meio à já delicada conjuntura regional. A declaração do presidente Pezeshkian reforça a determinação do país em lidar com o crime de forma assertiva, contando com o apoio da nação islâmica e de outros povos ao redor do mundo.




